domingo, 22 de novembro de 2009

Artistas plásticos contemporâneos brasileiros

Período colonial brasileiro e se inspira nos botequins cariocas e nos banheiros públicos europeus.

Alair Gomes

Apesar de sua atuação intelectual em várias áreas, hoje em dia seu nome é mais conhecido pelo trabalho como fotógrafo, especialmente devido às fotos de corpos masculinos seminus, tiradas nos anos 70 e 80, com carga homoerótica.


Aldir Mendes de Souza

Foi um artista plástico e médico especializado em cirurgia plástica.


Aldemir Martins

Fez desenhos em nanquim que serviram para estampar objetos e tecidos de decoração.


Artur Barrio

A maioria de suas obras não pode ser guardada em museus nem pendurada na parede. Ele faz arte conceitual, cria performances, e valoriza a experiência e não a imagem ou o objeto. Suas intervenções caracterizam-se pela utilização de materiais efêmeros e precários, como o sal, o papel higiênico, o sangue, o pó de café, o pão, a carne. Uma de suas obras mais conhecidas é justamente a intitulada Livro-carne, um pedaço de carne talhado em forma de livro que, após alguns dias, decompõe-se diante do público e tem de ser reposto a cada 3 dias.


Artur Omar

Trabalha com fotografia, cinema, instalações e artes plásticas. Foi considerado, nos anos 80, um dos primeiros artistas no Brasil a lidar com novas mídias, como o vídeo.


Bispo do Rosário

Considerado louco por alguns e gênio por outros, a sua figura insere-se no debate sobre o pensamento eugênico, o preconceito e os limites entre a insanidade e a arte, no Brasil.


Cildo Meireles

Uma de suas obras, chamada Cruzeiro zero é uma réplica fiel de uma nota do cruzeiro (a moeda corrente naquele tempo) que não tem nenhum valor e as figuras históricas e heróicas sejam substituídas pela fotografia de um índio brasileiro e de um paciente de um hospital psiquiátrico.


Ângelo de Sousa

é um artista escultor, pintor, pedagogo e desenhador português. Conhecido por experimentar continuamente novas técnicas nas suas obras, é visto como um estudioso da cor e da luz que explora o minimalismo de uma forma radical.



Ernesto Neto

Suas esculturas que são compostas por elementos em tecido de lycra, algodão e poliamida e recheados com bolinhas de chumbo, polipropileno, especiarias, miçangas, espuma e ervas, entre outros.